terça-feira, 17 de dezembro de 2013

10. Jo-Wilfried Tsonga

  Desde 29 de Agosto de 2011 que este mediático tenista se posiciona ininterruptamente no top 10 da classificação, acabando assim o ano de 2013 no 10º lugar do ranking mundial. É uma época irregular do Francês, negativamente marcada pela ausência do torneio Norte-Americano do Grand Slam (US Open).

Pese embora este infortúnio, Tsonga conseguiu alguns resultados interessantes ao longo da época, de onde se destaca o único título por si alcançado, no ATP 250 de Marselha, durante o mês de Fevereiro, tendo vencido na final Tomas Berdich (3-6 7-6 (6) 6-4).

  Iniciou bem esta época, chegando até aos quartos-de-final no Australian Open, apenas perdendo para Roger Federer, em 5 sets, deixando bons indícios para o resto da época. Algo confirmado no já citado torneio de Marselha, onde alcançou o primeiro, e único, torneio da época. De realçar também a boa prestação no Masters 1000 de Indian Wells, disputado em piso rápido, no mês de Março, apenas perdendo frente a Novak Djokovic, o então lider do ranking mundial.


Conquista do torneio em Marselha




  A transição para o pó de tijolo correu de feição ao francês, que se estreou no Masters de Monte-Carlo, apenas sendo derrotado pelo "Rei" da terra batida, o maiorquino Rafael Nadal, nas meias-finais, sendo seguido por um apuramento para os quartos-de-final em Madrid, outro Masters 1000 disputado em terra. Para encerrar este ciclo de torneios, seguiu-se uma excelente prestação no GS francês de Roland Garros. A jogar perante o seu público, apenas caiu aos pés de David Ferrer, que mostrou todo o seu potencial na superfície em questão.

  A época em relva, curta como é seu apanágio, ofereceu a Tsonga um bom resultado no mítico torneio de Queen's, disputado anualmente em Londres. Conseguiu atingir as meias-finais, saindo de cena após perder frente ao futuro campeão de Wimbledon, o escocês Andy Murray. Wimbledon revelou-se um torneio aziago para ele, que foi forçado a abandonar na 2ª ronda, diante de Ernests Gulbis.

 Desde finais de Junho até meados de Setembro, o tenista gaulês esteve afastado do circuito, perdendo sucessivas oportunidades de poder amealhar mais pontos à sua conta pessoal. Regressou em mais um torneio caseiro do circuito ATP, desta vez em Metz. E que regresso! Apenas caiu na final, perante o seu compatriota Gilles Simon (4-6 3-6). Teve o seu último resultado digno de registo em Shanghai , onde só foi travado pelo sérvio Novak Djokovic, em 2 sets (2-6 5-7). Para finalizar a sua época, isto porque não logrou o apuramento para o ATP finals, que reúne o top 8 mundial no fim do ano, desiludiu em Paris-Bercy, perdendo na jornada inicial, às custas do nipónico Kei Nishikori (6-1 6-7(4) 6-7(7)).

Para terminar, o francês teve um registo imaculado na Taça Davis, vencendo todos os 3 jogos individuais que disputou. Na 1ª ronda, a sua vitória diante Amir Weintraub, ajudou a uma vitória esclarecedora diante de Israel (5-0, em França). Na 2ª ronda, esta na Argentina, Tsonga bateu Juan Monaco e Carlos Berlocq. No entanto, isso não foi suficiente para garantir o apuramento da sua seleção, que perdeu 3-2 no final.


Celebração habitual no francês, quando vence os seus encontros


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